ESSA SEMANA INICIAMOS UMA ANALISE DOS SETE PECADOS CAPITAIS.
AGUARDEM!
UM DEUS QUE CONDICIONA.UM DEUS QUE REFORÇA COMPORTAMENTOS.UM ESTIMULO,UMA RESPOSTA E CONSEQUÊNCIA. UMA RESPOSTA AO PRÓPRIO COMPORTAMENTO DE DEUS EM RELAÇÃO A NÓS.
sábado, 13 de agosto de 2011
terça-feira, 9 de agosto de 2011
Caminhante da vida alheia ( minha autoria )
O caminhante da vida alheia
Tem sementes, e na mente semeia
De quem tem vida alheia
E o seu fruto devora depois da lua cheia
Notória paciência
O lucro da experiência
Viveu como anjo, o arcanjo de luz
Fotossíntese que antecipou a morte
Semeia na escuridão
Assoviando, faz a plantação
Prevê a maldade, é sem explicação
Apenas prazer na azararão
Oh! Odisséia eterna
Oh! O pródigo bastardo
No espaço já sem luz
Quer ser visto como estrela
Esperma que invade o útero da mente
Se torna real, no silencio da terra fértil
Enquanto cresce, vai caminhando
Alimentando a ficção
Roubando mais coração
O condenando sem dar satisfação
Trancafiando no inferno sem luz
Enquanto isso uma cruz
Oh! Luz que seduz
Que clareia a mente cheia
Das sementes do caminhante da vida alheia
E num sopro seu plano vira areia
Notória paciência
O lucro da experiência
Agora lançado na escuridão
Pela luz da sua mão
Tem sementes, e na mente semeia
De quem tem vida alheia
E o seu fruto devora depois da lua cheia
Notória paciência
O lucro da experiência
Viveu como anjo, o arcanjo de luz
Fotossíntese que antecipou a morte
Semeia na escuridão
Assoviando, faz a plantação
Prevê a maldade, é sem explicação
Apenas prazer na azararão
Oh! Odisséia eterna
Oh! O pródigo bastardo
No espaço já sem luz
Quer ser visto como estrela
Esperma que invade o útero da mente
Se torna real, no silencio da terra fértil
Enquanto cresce, vai caminhando
Alimentando a ficção
Roubando mais coração
O condenando sem dar satisfação
Trancafiando no inferno sem luz
Enquanto isso uma cruz
Oh! Luz que seduz
Que clareia a mente cheia
Das sementes do caminhante da vida alheia
E num sopro seu plano vira areia
Notória paciência
O lucro da experiência
Agora lançado na escuridão
Pela luz da sua mão
quinta-feira, 21 de julho de 2011
Crer em Deus ( A escolha certa )

A escolha certa!Será que escolhemos crer em Deus? Porque chamo de "certa"?
É, temos um problema na abordagem comportamental em relação a escolha, como já comentado neste blog a escolha não é escolha baseado num desejo inato, mentalista ou na essência do sujeito. Para o existencialismo p.e. ser livre e escolher é uma condição ontológica do ser humano, sabendo de antemão que o homem está condenado a ser livre. Sempre suspeitei desta liberdade de escolha, mas nunca aceitei que não poderia escolher até que:
Até que li a história de Adão novamente: Lá está Adão no Éden, e junto com ele Deus.Quem é Deus para Adão? Será que ele nasceu desejando servir a Deus, no minimo na primeira vez que ouviu a voz do Todo Poderoso levou um susto. Imagino a pergunta de Adão: Quem é você? Enquanto experimentava os seus cinco sentidos Deus já explicava como foi parar ali.
Quando aprende sobre como sobreviver no Éden aprende também a conhecer o seu Criador, a saber; a sua economia ( Plano ).Conheceu a arquitetura Divina, Adão ouviu atentamente o que o manteria feliz ( sem estímulos aversivos ), soube sobre a queda de lúcifer e suas dores por desobedece-lo, etc.
O que temos aqui é um histórico de contingências reforçadoras para que Adão não exiba comportamentos que o faça sofrer. Mas então Adão escolheu sabendo das consequência?
Sim! As propostas da serpente para Eva e o envolvimento afetivo e cuidado parental com Adão foram mais convincentes ( reforçadores ). Essas contingência entrelaçadas foram decisivas na escolha de Adão e Eva, digamos que o condicionamento de Deus sobre ambos perdeu a força mediante um novo estimulo. Para Skinner o homem é livre a medida que controla as situações que o controlam. E no caso de Lucifer, o mesmo utilizou-se do comportamento verbal, hábil e conhecedor do comportamento humano, triunfou.
"Não há autonomia. Há pessoas na sociedade em busca de autonomia, autonomia essa que no minimo tem que se submeter a ética."
Toda escolha esta mediada pelos estado fisiológicos cerebrais sempre considerando o ambiente no qual está inserido. Lembrando da ontogênese, filogênese e sociogênese.
Toda a tradição da reflexão teológica sobre a complexidade do ato de crer é um exemplo da relação entre, pelo menos, estas três dimensões: intelectual, afectiva e prática. Tomás de Aquino se utilizou destas dimensões, na tentativa de fazer uma união entre fé e razão.
Nossa fé é intelectual, afetiva e prática. É pena que o mundo eclesiástico tem medo de por a prova sua fé, toda ciência é aversiva a estes. Este condicionamento foi baseado no medo, medo de não saber responder a razão de sua fé.
Por isso as igreja ainda é o império dos alienados.
quinta-feira, 14 de julho de 2011
Crer em Deus

A proposta deste blog é fazer uso da análise comportamental ( Behaviorismo radical )teoria essa não dada a subjetividade e portanto exige-se muito de quem está arriscando esse pressuposto. Ser ateu é muito normal dentro desta abordagem psicológica, difícil é ter crentes em Deus.
Muito bem eu creio em Deus!
Minha experiencia religiosa me gerou tal aprendizagem ( a minha sociogênese).Para quem não sabe, Skinner trata de três níveis de determinação do comportamento: Filogênese (herança genética, oriunda da Evolução)
Sociogênese (aprendizagens culturais, coletivas, sociais)
Ontogênese (experiência de vida de cada indivíduo, que o torna único).
Skinner é evolucionista e não creio em tudo que ele disse como é o caso da filogênese ou talvez ele interpretou mal. No entanto a sociogênese é fidedigna,pois é muito claro para nós entendermos que passamos por aprendizagens e somos o que somos porque o histórico de comportamentos acompanhados de reforços ( recompensas ) ou punições nos levaram a ter o comportamento que temos, até podemos chamar de personalidade.
Acreditar em Algo que não vemos é fé como a existência de Deus não pode ser refutada e nem provada pela Análise do Comportamento, e isso não altera em nada a eficacia da abordagem, então a questão é irrelevante.
Prosseguindo... Crer em Deus também é aprendizagem, é modelação e condicionamento.
-Aprendizagem: porque aprendemos a crer, nos ensinaram didaticamente a desenvolver espiritualidade.
-Modelação: é quando sobre condicionamento, e que repedidas vezes fazemos as mesmas coisas afim de recebermos recompensa ou exibimos comportamentos para não sermos punidos.
-Condicionamento operante:é Resposta - Consequência que no caso do crer em Deus significa que nossa resposta crer produz consequências, é uma ação determinada
por um contexto, mas que altera o contexto que a determinou.
Acredito que crer em Deus não é algo simples de explicar, não cremos como se fosse um passe de magica. Crer tem haver com nosso histórico de aprendizagens e reforçamentos.
Crer é cultural, uns acreditam em Buda ou Maomé e nós em Jesus Cristo, aprendemos a dizer não as culturas pagãs em detrimento do nosso crer sociogênese.
Prometo retomar a o tema e esclarecer melhor meu pensamento sobre crer em Deus, e acredite fizemos a escolha certa crer em Deus... Mas fica para o próximo post.
segunda-feira, 11 de julho de 2011
Economia de Deus! Um olhar comportamental.
A economia de Deus é a maneira pela qual Ele leva a cabo seus propósitos. A palavra grega para economia é oikonomia, composta de duas palavras — oikos, que quer dizer casa ou família, e nomos, que quer dizer lei. Economia, então, significa “lei da casa”, administração familiar. A economia de Deus é Sua administração familiar para levar a cabo o Seus propósitos eterno.
Sabemos de antemão que liberdade para o comportamentalismo não é compreendida como se compreende no existencialismo e outros pensamentos. No comportamentalismo se diz que: somos livre a medida que controlamos aquilo que nos controla.
Desta forma estamos inclusos dentro da economia de Deus, não presos a lei de seu plano eterno para que nos sintamos escravos, nem tão livres para que nos sintamos todo poderoso. Estamos numa relação com as contingencia deste mundo, aprendo a evitar o que é aversivo a sua vontade, porque também é aversivo a nossa vontade. Aversivo pela dor que nos causa ou que nos causou, esse comportamento será extinguido a medida que o desconforto nos ensine a não repetir. Pode se afirmar que adquirimos uma modelagem.
Essa modelagem não significa abaixar a cabeça e se tornar uma maquina da robótica, ao contrário o Todo Poderoso é quem insere as contingencia afim de que alcance o seu propósito. E, Seu propósito é nos fazer feliz, e não pensemos que é apenas evitar o que é aversivo, sua proposta é estar conosco na fogueira da aversividade.
Poderia se pensar que Ele é Bonzinho ou Mal talvez, mas é apenas probabilidade de ocorrer tal comportamento, não há certeza, há sim reforçadores operando para um comportamento desejado. É como as escrituras afirmam: "Eis que hoje eu ponho diante de vós a benção e a maldição." Dt. 11.26
O texto acima não esclarece exaustivamente economia de Deus, no entanto torna a claro o propósito de se incluir no obedecer, obedecer aqui é não ir contra o plano já proposto.
Não dá para mudar a direção do Sol, e nem mudar as fases da lua, o plano, a lei, o seu decreto é esse.E, porque questionamos a ordem da vida, a ordem da relação com Deus. Só reforços positivos e negativos para um propósito: Nos atrair para Ele mesmo.
domingo, 29 de maio de 2011
Amor. Uma classe de comportamento.
Normalmente achamos difícil explicar o amor em palavras ou analisa-la no seu contexto.No entanto não podemos ser medrosos ao tentar falar de coisas complexas ou tidas como complexas e subjetivas.
Em analise do comportamento "amor" é uma classe de comportamento, pois se entende que esse comportamento ( sentimento ) é mantido por reforçadores.
Dizer que estou amando significa que estou sendo reforçado para isso, recompensado para isso, ou seja se alguém me tratou bem com palavra e atitudes que baseado na minha aprendizagem julgo carinhosas e até mesmo protetoras, direi que estou sendo amando alguém. Ao contrário disso se me tratarem mal, direi que não me amam.
Em resumo amor é uma classe de comportamento reforçado se denomina amor, e, se não houver reforço chamaremos de outras classe de comportamento, do tipo: ódio.
A bíblia nos ensina que devemos amar os nossos inimigos: “Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque Ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama sua chuva sobre os justos e injustos.” Mt 5.44
Este ensino transcende a uma simples classe de comportamentos, mas no entanto não coloca em choque com a analise do comportamento, pois chamamos o ensino de Jesus aplicado neste contexto de comportamento encoberto (um comportamento que apenas quem o emitiu percebe). Não seria apenas um condicionamento para não agir contra os que não nos amam, pois um condicionamento não sobreviveria as contigência e estimulos aversivos do cotidiano.
Aqui está um espaço onde as idéias cristãs se mantém vivas como uma modelagem, mas Deus é o seu reforçador, mantenedor deste comportamento.Em uma análise funcional diriamos que o que mantém esse comportamento é o sujeito Deus.
O ensino de Jesus afirma que é melhor dar do que receber, logo um cristão ele trata o seu inimigo como amigo ( ele ama o inimigo ) gerando nele uma nova aprendizagem e modelando a um comportamento igual ao exibido pelo cristão( ser filho de Deus )
Loucura isso! Mas é a fato.
Amor é uma classe de comportamento sim, e mantido nesse versiculo analisado pelo ensino cristão ( operante encoberto ) Deus.
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Inferno

Durante muito tempo da história da igreja pregou o inferno ( hades ), o lugar de tormento eterno, onde os desobedientes a Deus serão lançado e enfim punidos.O inferno pode ser entendido na psicologia comportamental, vejamos:
Para alguns estudiosos apenas uma mitologia criada, outro para controlar o populacho mantendo uma moral desejada.
E para nós cristão?
Sem nos atermos aos termos etimológicos relacionados ao inferno, tenhamos apenas a idéia de punição.Os termos bíblicos sempre afirmam como um lugar onde o bicho nunca morre, de choro e ranger de dentes, com toques doloridos de tormentos e fogo.
Pouco se fala de inferno nos cultos evangélicos, a pregação de spurgeon com o titulo de pecadores das mãos de um Deus irado, seria reprovado nos dias de hoje. O povo quer ouvir sobre a vida terrena, bençãos temporais e curas do corpo...
Mas o inferno faz parte das doutrinas bíblicas pela qual da sentido e base a tudo quanto se faz no vida cristã nesta vida como no por vir.
Para teologia comportamental proposta neste blog, o inferno é um estimulo aversivo, e não punição.
Punição se caracteriza pelo comportamento que não exibido que vai gerar uma punição, p.e baixar a guarda em uma luta a punição será levar um soco. O estimulo aversivo neste caso será, o soco levado lembrara ele que baixar a guarda poderá levar um soco novamente. O soco causou dor e sofrimento então vou me comportar com mais atenção para não ser surrado novamente.
O inferno sempre nos lembra o sofrimento que o pecador terá que enfrentar caso continue exibindo o comportamento de transgredir contra Deus.
Deus disciplina quem Ele ama não significa punir, mas corrigir. Nosso Pai usa a correção para não sofrermos nesta vida.
Os mandamentos de Deus são regras para nos fazer feliz, nem deveriamos chamar regras,Deus deseja nos ajudar em nossa felicidade com o estimulo aversivo ( Inferno ), infelizmente respondemos melhor e mais rápido assim.
Do outro lado temos a recompensa, em termos comportamentais são mais duradouras que o estimulo aversivo.
O estimulo aversivo e a punição geram implicações, coersão e muitos fatores emocionais negativos.É ai que percebo a sabedoria de Deus, Ele exibe o estimulo aversivo e do outro lado a recompensa...
Acredite o inferno existe, mas o Céu ( eternidade ) também.Escolhemos baseado neste estímulo, e, Ele o todo poderoso é quem nos ajuda a perceber o que podemos escolher, como escolhas eternas...
Grande abraço a todos...
Hoje estou no norte do Paraná, no sitio num lugar chamado Bareirinho...
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